O Autor

Sérgio Sant’Anna nasceu em 1941 e estreou na literatura em 1969, com os contos de “O sobrevivente”. É autor de livros como “A Senhorita Simpson”, “A Tragédia brasileira”, “Um crime delicado”, “O vôo da madrugada”. A inquietação é uma das marcas de Sant’Anna, sempre em busca do aperfeiçoamento formal e autor de muitas histórias ambientadas no Rio de Janeiro, boa parte dos contos com referências ao teatro e às artes plásticas. Na sua literatura, o homem em geral se depara com os próprios limites. É um escritor inquieto, com uma obra, como ele reconhece, “sempre em transformação, construída devagarinho”. O autor tem contos e romances traduzidos e publicados em mais de quinze países, entre eles Estados Unidos, França, Alemanha, Argentina, Cuba, Bulgária, Tchecoslováquia, Suiça, Bulgária, Holanda, Itália e México.

“Sant’Anna’s early stories published during the initial years of dictatorship that lasted untill the 1980s, are disarmingly sparse and surprising effective the minute quotidien frustration in a society bereft of means of expression. His subsequent work is laced with obliquos humour. His take on the pantomine world of Brazil’s populist politics, Notas de Manfredo Rangel, Repórter, exhibits an eye for the ridiculous, but also a gift for empathy.”

Angel Gurria-Quintana – Finantial Times Magazine

“Sérgio Sant’Anna latest addition to a bibliography comprising some of the period’s most significant novels and short-story collections in his most original. Its boundless lyric qualities, suggestive too of yin and yang, make A tragédia brasileira a dichotomy interwoven in sympbiotic embrace and beckoning successive reinterpretations.”

Malcolm Silverman, World Literature Today

” Son oeuvre sans concessions fait de Sant’Anna un auteur incontournable source d’inspiration et référence importante pour la toute nouvelle et effervescente scène littéraire brésilienne.”

Rachel Bertol, Le Monde

“Sant’Anna é um colecionador de fiéis e ansiosos leitores, e agora eles tem razão de sobra para se preparar para mais alguns momentos de refinado prazer.”

José Castello, sobre Um crime delicado, revista Isto É

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